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Mostrando postagens de Novembro, 2015

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Justiça - O Senador e o Juiz

Normalmente eu evito o uso da primeira pessoa em meus artigos. Mas hoje me faço uma concessão. Preciso confessar que andava meio desiludido com as investigações sobre os caminhos da corrupção no país, das intermináveis fases em que a Operação Lava-Jato vinha sendo divididas, sempre com nomes apelativos e poucos resultados dignos da importância dos fatos apurados. Sim, houve algumas prisões, mas as prisões poderiam ter acontecido a partir de investigações comuns, sem o aparato e o estardalhaço midiático da Lava-Jato. Enfim, havia a constatação de que as investigações estavam muito longe de chegar aos resultados esperados pela população, se é que se pode chamar ao festival de "deduragens" que a Polícia Federal vem promovendo de investigação.

Economia - Síndrome de Estocolmo

“Fui professora em uma escola da Samarco durante 9 anos. Foram os melhores anos de trabalho da minha vida”~ Leide Oliveira, 50 anos, Professora
Dois assaltantes invadem um banco em Estocolmo e mantém quatro pessoas reféns durante seis dias. Ao contrário do que se poderia esperar, as vítimas recusam a ajuda da polícia, usam seus corpos como escudo para protegê-los e culpam ao Estado pela situação. Uma das vítimas vai ao extremo de criar um fundo para ajudar aos assaltantes nas despesas judiciais, após terem sido libertadas. A partir deste episódio ocorrido em 1973 observou-se que este estado de dependência psicológica onde as vítimas desenvolvem simpatia, ou mesmo um sentimento de amor ou amizade, para com seus algozes era mais comum do que aparentou inicialmente, e a psicologia passou a chamar este comportamento particular de "Síndrome de Estocolmo" em homenagem ao episódio que deu origem aos estudos.  (Mariana Araguaia - "Síndrome de Estocolmo"; Brasil Escola)

Religião - Meandros da Fé

"Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve."1João 4:5 Os atentados acontecidos na França semana passada (no dia 13/11), embora seus perpetradores usem indevidamente a égide da religião para justificá-los, não é um problema religioso e sim político, e como tal merecem um artigo à parte sob o verbete da Política. É objeto deste artigo a reação que muitos tem manifestado nas redes sociais desde os atentados. Há um sentimento de profunda revolta no ar. Reações as mais diversas passeiam entre a contida repreensão e a maldição impregnada de ódio vingativo.
É muito difícil à uma pessoa comum manter-se neutra sobre o assunto.