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Mostrando postagens de Maio, 2015

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Política - Analfabetismo Democrático

O que esperar de uma reforma autocrática e egocêntrica?
O sistema de Democracia Representativa que de fato nos governa foi empurrado goela abaixo por políticos que arbitraram que o povo é burro demais para se envolver nas questões administrativas e institucionais do governo. Levando em conta que muitas pessoas ao lerem este primeiro parágrafo não tenham a mínima ideia do que eu estou falando, devo admitir que eles tiveram uma certa medida de razão ao instituí-la. Democracia Representativa dita de uma maneira bem simplória para que todo mundo entenda é um sistema onde a única obrigação política do cidadão é escolher seus representantes pelo voto na época das eleições e a partir daí deixar todo o trabalho com os eleitos. Eles sim, entendem muito bem como funciona o jogo. E se não entendem vão aprender rápido, sob pena de serem engolidos por uma máquina bem azeitada, que está em movimento desde os idos de 1889.

Religião - A Lei e a "Maldição Hereditária"

Os filhos pagarão pelos pecados dos pais?
A questão é tão absurda que fez por merecer um artigo próprio. Trata-se de um professor de teologia escrever um artigo se vangloriando de ter humilhado um aluno com seu conhecimento sobre um tal conceito de "maldição hereditária" supostamente contido no livro do Êxodo e de como este mestre deixou seu pupilo aparvalhado ao ser-lhe mostrada uma crassa contradição a este conceito no livro de Ezequiel. Incitado pelo espantalho criado pelo professor, o aluno passa a acreditar que há mesmo uma maldição hereditária sobre os hebreus ( e por extensão da interpretação sobre toda a humanidade) a partir da lei mosaica e entra num círculo vicioso de contradições ao tentar reinterpretar a citação de Ezequiel de modo que esta reafirme a suposta maldição do Êxodo.

Segue então a citação dos textos do Êxodo onde o alegado professor de teologia baseia seu equivoco hermenêutico:
Não te encurvarás a [imagens] nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, …

Economia Movediça

Economia brasileira recuou 0,2% neste trimestre
Depois da fase daquilo que eu chamo "economia midiática", onde o Ministro da Economia anterior divulgava projeções otimistas para o futuro como se fossem atuais e torcia para que a repercussão das boas notícias divulgadas as tornassem verdadeiras, nos deparamos com um ambiente onde o choque de realidade é desanimador. O atual condutor da economia do país, o Ministro Joaquim Levy, veio a público comunicar a amarga constatação de que "o dinheiro acabou". Nem precisava se dar ao trabalho. Quem acompanha as notícias sobre economia mesmo nos informativos mais populares sabe que o mar não está para peixe. A fonte dos investimentos inconsequentes, que não levava em conta estudos sérios sobre a viabilidade comercial dos negócios fomentados, secou.

Esportes - Como Fica o Futebol?

Fica como dantes, no país do Arantes

Trocadilhos infames à parte é evidente que a detenção de oito dos principais dirigentes da FIFA, entre eles o brasileiro José Maria Marins, presidente da CBF até abril deste ano, vai ter algum efeito, seja ele positivo ou negativo para o universo Futebolístico, dependendo do ponto de vista. Na melhor das hipóteses, tendo uma visão mais otimista, a FIFA terá de rever as condições em que conduz suas negociações, criando um ambiente onde haja alguma transparência de modo a que possam ser acompanhadas de perto e fiscalizadas, não apenas pelas partes envolvidas, mas também pelo público interessado. Mas para o futebol mesmo, falando do jogo em si dentro das quatro linhas, não acredito que vá haver grandes mudanças.

Política - O Crepúsculo

Dilma ainda despacha mas não está mais no poder
A revista inglesa The Economist publicou no último dia 25 de abril uma matéria onde se refere a presidente Dilma Rousseff como "O Fantasma do Planalto" e faz referência à pesquisa DataFolha onde 63% dos entrevistados se diriam a favor de seu impeachment. 
O artigo justifica o título primeiro com o fato de a presidente ter sido constrangida a entregar o controle da economia a um economista daEscola de Chicago que agora se ocupa do corte de gastos e subsídios o que seria, ainda segundo a revista, um verdadeiro anátema para o PT. Joaquim Levy teria pela frente o desafio de recuperar a credibilidade na economia brasileira junto ao mercado externo.