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Mostrando postagens de Março, 2013

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Religião - Francisco, Entre o Pop e o Papa

Escrevo este texto no momento em que o recém empossado Papa Francisco preside a Vigília Pascal, instando a seus súditos que deem oportunidade a reaproximação com o Cristo: "Deixe o Cristo ressuscitado entrar em sua vida, acolhê-lo como a um amigo, confiante de que ele é a vida. Se você o tem mantido à distância  até agora, dê um passo à frente e ele o receberá de braços abertos."

 A sinalização do perdão tem sido a tônica dos primeiros dias de seu pontificado. Isso pode remeter aos eventos que antecederam a renúncia de Bento XVI em favor de um novo Conclave que consequentemente elevou o Cardeal Bergoglio ao cargo de Papa. Talvez ninguém dentro da Igreja Católica esteja mais ansioso por este propenso perdão cristão, propalado na doutrina do Novo Testamento, do que os sacerdotes que traíram a confiança de seus líderes, transformando a Igreja num antro de perversidades aos olhos do mundo.

Política - Deputado Federal, Pastor Protestante e Ignorante

O Pastor Marco Feliciano, na edição especial da Revista Veja desta semana tenta justificar suas várias infelicidades ao abordar temas que não conhece.
Me chamou a atenção uma destas tentativas de justificação pelo fato de ele ter declarado na própria entrevista que "rodou setenta países ensinando a bíblia" e que deve ter "8 milhões de DVD's de mensagens" não explicando se seriam DVDs próprios ou de outros como ele.
Ele fala de sua formação cristã com muito orgulho.

Justiça - "Adevogados"

Os advogados brasileiros merecem todo o respeito em razão do quanto precisam estar intelectualmente preparados para o bom exercício do Direito. Nossas leis estão distribuídas em verdadeiros calhamaços, que quando confrontados entre si, levando-se em conta jurisprudências e interpretações específicas, podem apresentar um quadro contraditório fomentador de grandes injustiças. Está também de parabéns a Ordem dos Advogados por manter longe dos tribunais aqueles flagrantemente  despreparados.
A justiça, quando aplicada corretamente, é um dos três pilares em que se sustenta a democracia num Estado de Direito e apenas isto bastaria para justificar o esforço dos órgãos regulatórios em separar o joio do mérito.

Educação - A Tirania da Ignorância

O Grande Ignorante, não conhecendo nada além da ignorância, e consequentemente não tendo nada mais ao que apelar, apela naturalmente para a ignorância. O Grande Ignorante desdenha da possibilidade de existência de pessoas esclarecidas, com o mínimo de inteligência, capazes de perceber a imbecilidade dele. Existe uma razão lógica para o Grande Ignorante se sentir uma pessoa acima da média, do tipo que pode ditar e contradizer a realidade dos fatos ao seu bel prazer. As razões do Grande Ignorante são os outros ignorantes. Ignorantes que idolatram o Grande Ignorante e se sentem felizes por sua ignorância. Ignorantes que não se sentiriam satisfeitos por nenhum outro motivo além da própria ignorância.