Pular para o conteúdo principal

Choose Your Language - by Google

Ciência - Racismo, Até Quando?

Darwin defendia extinção dos menos habilitados
Charles Darwin
O racismo, a segregação da humanidade baseada na variedade étnica, tem um histórico difícil de ser rastreado até suas origens. Mas é constrangedor constatar que as maiores atrocidades feitas em nome da falsa premissa de que certas etnias são superiores às demais, e que por isso as inferiores devem ser subjugadas e até mesmo extintas para o bem da humanidade, remonta a menos de três séculos. Baseiam-se em alegaçõess pseudo-científicas, propostas por pesquisadores preconceituosos. E mesmo hoje, depois que a verdadeira prática científica provou que não existe razão para a classificação da espécie humana em raças distintas, os preconceitos travestidos de juízos científicos publicados há algumas poucas décadas ainda tem inspirado o horror.


"Entre selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e aqueles que sobrevivem exibem comumente um estado vigoroso de saúde. Nós, homens civilizados, por outro lado, fazemos o que podemos para barrar o processo de eliminação. Nós construímos asilos para os imbecis, os aleijados, os doentes, criamos institutos para os pobres, e nossos médicos exercem sua maior habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento. Assim, os membros mais fracos das sociedades civilizadas propagam sua espécie. Ninguém que tenha assistido à criação de animais domésticos tem dúvidas de que isto deva ser altamenteprejudicial para a raça do homem. É surpreendente como logo uma falta de cuidado, ou cuidado mal dirigido, leva à degeneração de uma raça doméstica, mas com exceção no caso do próprio homem, dificilmente qualquer um seja tão ignorante para permitir que seus piores espécimes se reproduzam."
Chales Darwin em "A Descendência do Homem" (The Descent of Man), 1871
-----------------------------

Leia mais:
https://www.algosobre.com.br/biologia/origem-do-homem-e-o-preconceito-racial-a.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Economia - Estaleiro Mauá, Ainda Não é o Fim

Crise do setor naval é mais caótica do que possa parecer
Como você se sentiria se pudesse abrir uma empresa onde não fosse obrigado a investir em novas tecnologias? Onde não fosse preciso buscar a diversificação ou novas metodologias de trabalho, nem buscar o aperfeiçoamento da gestão empresarial, nem nada disso de que depende a sobrevivência das grandes empresas? Se você pudesse continuar a cometer os mesmos equívocos que no passado levaram empresas no mesmo ramo a fechar as portas e mesmo assim continuasse contar com crédito ilimitado no mercado, não importando o quão primários fossem os erros empresarias cometidos? E mesmo assim continuasse a ter prioridade em contratos milionários com a maior empresa estatal brasileira, sem o risco de ser incomodado pela concorrência de empresas estrangeiras? Provavelmente você julgaria ter alcançado o paraíso comercial.
Pois é exatamente assim que se sentem os donos de estaleiros navais. Não importa o que eles façam de suas empresas ou quantos erro…

Opinião - Cleptomania Não É Crime

Comecemos pelo óbvio. Embora a cleptomania não seja um crime, pode levar as pessoas a cometer um crime tipificado no código penal. Dependerá de um juiz aceitar ou não a alegação do distúrbio como atenuante, mas o fato é que, uma vez que a pessoa roube, ela cometeu um crime. Então vamos repetir para não perder o fio da meada: cleptomania não é crime, mas o ato de roubar mesmo quando provocado pela compulsão é.

Jornalismo - O "X" do Triplex

"- Fala companheiro, Tudo tranquilo?
- Você falou de um esquema...
- Ah, tá. É o seguinte... Sabe a Cooperativa? Então. Eu vou mandar construir um prédio inteiro só pra gente... Isso... pra diretoria... Em Guarujá. Você vai ficar com a cobertura, claro."
...
"É... Ninguém precisa pagar nada. Vou cobrar cota extra dos bancários. Eu dou os papéis de 'cotas' pra vocês, assino uns recibos e, para todos os efeitos, vocês são cooperados. Mas tem que declarar, senão vai sujar... Vou passar as mais baratas, só para constar. Não tem erro."